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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Gambá - micurê (Mato Grosso); mucura (Amazônia); saruê (Bahia) e timbú (Ceará e Pernambuco)

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: 

Reino: Animalia 
Filo: Chordata 
Classe: Mammalia 
Infraclasse: Marsupialia 
Ordem: Didelphimorphia 
Família: Didelphidae 
Género: Didelphis 

Mamãe Gambá cuida muito bem de seus filhotes
(Foto Toni Fantinatti)
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
O gambá é um marsupial de hábitos noturnos, ou seja, começa a caçar e coletar alimentos durante o período da noite.

Os filhotes subiram nas costas da mamãe Gambá.
(Foto: Toni Fantinatti)
A alimentação dos gambás consiste em ovos, frutos, vermes, insetos, lagartos, anfíbios e até mesmo filhotes de pássaros

Possuem hábitos solitários, porém, na época do acasalamento, formam casais para reproduzir. Neste período o casal constrói um ninho de galhos e folhas secas


Produzem, na região das axilas, um líquido de cheiro forte e desagradável que serve para espantar outros animais. Este mesmo odor é produzido pela fêmea na época da reprodução, para atrair o macho.

Filhotes de gambá pousando para a foto.
(Foto: Toni Fantinatti)
Os filhotes de gambá nascem na forma de embrião e pesam duas gramas, aproximadamente. O desenvolvimento ocorre na bolsa materna da mãe.

A média de vida de um gambá é de 4 a 5 anos

Possuem vários nomes, dependendo da região do Brasil: micurê (Mato Grosso); mucura (Amazônia); saruê (Bahia) e timbú (Ceará e Pernambuco)

O habitat natural dos gambás é a floresta, porém consegue adaptar-se bem em regiões com presença humana.

Vivem em quase todos os países da América, desde a Argentina até os Estados Unidos.

Paulinho e seus  pais resgataram os filhotes dos predadores
e os libertaram na Mata Atlântica.
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Cor: cinza escuro
Comprimento: 40 a 50 cm de comprimento (sem contar a cauda)
Peso: de 3 a 5 quilos em média
Reprodução: em média 3 gestações por ano, sendo que a fêmea gera de 10 a 20 filhotes em cada gestação.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/gamba.htm

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

As sete verdades do Bambú (bamboo)

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
- Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
- Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.


A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.


 Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.


 Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.


 A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.


A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós ( e não de eus ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.


A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.


Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Cajón Peruano - Toni Fantinatti - Cajón Flamenco Espanhol

Cajón é o aumentativo da palavra caja, que significa caixa em espanhol.
O cajón é um instrumento de percussão que teve sua origem no Peru colonial, onde os escravos africanos, separados de seus instrumentos de percussão pelos feitores da época, utilizaram-se de caixas de madeira e gavetas (outra tradução para cajón) para tocarem seus ritmos. Daí dizer que sua origem é afro-peruana. Com o passar do tempo o instrumento transformou-se no que conhecemos hoje por cajón. O instrumento hoje é considerado pelo governo peruano como "Patrimônio Cultural da Nação".

Foi introduzido nesse Cajón um exclusivo pedal 
interno para o bumbo (todo feito em madeira).
Uma manobra muito importante.

(Cajón TF - Toni Fantinatti)
O cajón atravessou as fronteiras do Peru e tem encontrado espaço nas expressões musicais de diferentes culturas pelo mundo afora. Paco de Lucia foi um dos principais responsáveis pela introdução do instrumento na música flamenca. Com uma sonoridade tida como ideal para acompanhar as palmas, sapateado e a sonoridade das guitarras flamencas, o cajón popularizou-se. Hoje é tão comum a presença do instrumento nas apresentações flamencas que muitos imaginam que sua origem é espanhola.

Cajón - Conforto no detalhe do banquinho acolchoado
e forrado, saída de som pelas laterais e por trás do instrumento.
(Cajón TF - Toni Fantinatti)
Construído totalmente em madeira, o cajón mais difundido internacionalmente apresenta cordas colocadas por dentro sob o tampo, uma versão moderna que tem muita aceitação internacional.

Importante detalhe da mola garantindo o estalo da caixa
Cajón - Regulagem da esteira (som da caixa), garantindo
uma boa sonorização e performance ao percursionista.
(Cajón TF - Toni Fantinatti) 
O instrumento encanta pela simplicidade, desempenho, por sua grandiosa vibração e versatilidade.

Cajón - "Uma bateria (compactada) de verdade" 
Por tratar-se de um instrumento muito simples e barato, o cajón vem se popularizando cada vez mais no Brasil, tanto entre os músicos profissionais quanto entre os amadores, revelando-se um acompanhamento muito rico para voz e violão.

Cajón - A arte final fica nas delicadas mãos da artista plástica Nani Tiradentes.
O cajón é extremamente versátil para praticamente todos os ritmos, podendo ser utilizado Acústicamente, microfonado em apresentações ao vivo, provocando no espectador a sensação de "onde está a bateria?", e ainda apresentar excelentes resultados em gravações de estúdio.

Cajón - Confecção e desenvolvimento: Toni Fantinatti.
Origem da Reportagem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Mulher pediu socorro pelo Facebook: 'Incêndio na KISS'

Às 3h20 de sábado, um pedido de ajuda no Facebook anunciava o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS). "Incêndio...
Às 3h20 de sábado, um pedido de ajuda no Facebook anunciava o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS). "Incêndio na KISS socorro". A mensagem foi publicada na página de Michele Cardoso. O nome de Michele, que informava ser protética em um laboratório da cidade, consta na primeira listagem oficial das vítimas.

Minutos depois do pedido de socorro de Michele, amigos começaram a pedir mais informações, ainda sem dimensão sobre a tragédia. Em um dos comentários, um amigo disse que ouviu os bombeiros subirem a Rua dos Andradas, onde a boate fica localizada. Depois, outros colegas pediram para Michele dar notícias, mas não obtiveram nenhuma resposta.

Antes mesmo da liberação da lista de mortos, amigos e familiares confirmaram que Michele estava entre as vítimas. A prima Amanda Cardoso, que está nos Estados Unidos, escreveu: "Uma garota que era tão jovem, linda, com um sorriso bonito, e uma vida longa pela frente". "Eu estou sem chão", falou Amanda.

Clarisse Lima Teixeira, que é listada no Facebook como irmã de Michele, também aparece na listagem de vítimas.

Mensagem com pedido de socorro no Facebook. Imagem: Reprodução/Facebook

Fonte:http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/mulher-pediu-socorro-pelo-facebook-inc%C3%AAndio-na-kiss

Número de mortos em tragédia em boate no RS é revisado para 231

Antes, o governo havia informado que o número de mortos era 233. Velório das vítimas ocorre em ginásio em Santa Maria.
Fantástico reconta a tragédia e
entra em boate incendiada; veja (Reprodução/TV Globo)

A chefe geral de Perícia Médica do Rio Grande do Sul, Maria Ângela Zucchecco, afirmou na noite deste domingo (27) que o número de mortos no incêndio que destruiu uma boate em Santa Maria(RS) foi revisado para 231. Segundo Maria Ângela, o número mudou porque alguns corpos tiveram a identificação duplicada. Antes, o governo havia informado oficialmente que o número de mortos era de 233.

De acordo com Maria Ângela, do número total de mortos, oitos corpos permanecem em um caminhão do Instituto Médico Legal, porque não foram requisitados pelas famílias. Uma nova contagem de vítimas deve ser realizada na manhã desta segunda-feira (28).

Os peritos recolheram material de todos os corpos para a realização de exames que vão apontar o uso de substâncias tóxicas, como drogas. Foram colhidas também as impressões digitais das vítimas.

Segundo o major Cleberson Bastianello, que coordena as operações no local, o número de vítimas ainda pode mudar. "Nesse momento, com as repetições que aconteceram, são 231 mortos. Esse número infelizmente ainda pode oscilar", afirmou.
Fonte: http://g1.globo.com/

Autor de livro sobre incêndio de circo em Niterói lamenta tragédia no RS

'Mais de 50 anos depois, aquilo não serviu de lição', critica Mauro Ventura. Em 1961, mais de 500 morreram em Niterói; em Santa Maria, já são mais de 233.
Capa do livro 'O espetáculo mais triste da Terra', de Mauro Ventura (Foto: Reprodução)

Logo depois da notícia do incêndio na boate em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, que deixou mais de 230 mortos na madrugada deste domingo (27), o telefone do jornalista Mauro Ventura começou a tocar. Ele é autor do livro “O espetáculo mais triste da Terra”, lançado no fim de 2011, que lembra outra tragédia semelhante, ocorrida em 1961 em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e é considerada a maior da história do país. Em 17 de dezembro daquele ano, mais de 500 pessoas, sendo 70% crianças, morreram após o fogo se alastrar pelo Gran Circo Norte-Americano.

"É lamentável constatar que mais de 50 anos depois aquilo não serviu de lição, que a gente continue perpetuando os mesmos erros”, diz Ventura, em entrevista ao G1, sobre as falhas que causaram tantas mortes. “Um dos meus objetivos do livro, mesmo que ilusório, era mostrar o que aconteceu para que o fato não se repetisse. Lamentavelmente, não se pode falar em fatalidade. É uma sucessão de erros, imprevidências, negligências.”

O escritor fez mais de 150 entrevistas, com vítimas, sobreviventes e parentes, durante dois anos e meio. Ele conta que, apesar de não ter saída de emergência nem extintores, e de ser coberto com uma lona altamente inflamável, o circo possuía alvará de funcionamento,ao contrário da boate Kiss, em Santa Maria.

Enquanto na Kiss, o principal indício é de que um show pirotécnico teria dado início ao incêndio, o que caracterizaria um crime culposo (quando não há a intenção), em Niterói o fogo foi criminoso, segundo as invetigações. Um ex-funcionário, Dilson Marcelino Alves (Dequinha), então com 20 anos, teria sido ajudado por dois homens para provocar o incêndio por vingança, após ser demitido e chamado de "preguiçoso".

“Naquela época não tinha saída de emergência, tinha uma única que era obstruída por grades retiradas no fim do espetáculo. Como não havia acabado, ninguém conseguia sair. Não havia extintor, a lona era altamente inflamável. Chegaram a dizer que era uma armadilha mortal. A lona era de algodão e passaram parafina para evitar que a água da chuva penetrasse. O fogo levou menos de 10 de minutos para se alastrar.”

Entre os mortos (503, segundo a prefeitura, na época, mas o número é contestado), havia queimados, pisoteados e asfixiados. “A saída foi apelidada de corredor da morte”, lembra Ventura.

Mapa sobre a tragédia em boate no RS (Foto: Edioria de arte/G1)
Entre muitos parentes com os quais conversou, o jornalista conta que apenas para a alguns a tragédia foi superada, e que outros vivem intensamente a dor até hoje. O próprio escritor revelou que se aprofundar no tema deixou marcas. "Cada um lidou com a dor da sua maneira. Teve gente que conseguiu de forma melhor, com alegria de viver impressionante. Outros até hoje não conseguiram se recuperar emocionalmente. Realmente foi muito doloroso ficar ouvindo a história de gente que perdeu todo a família. E em vão, mais de 500 pessoas morreram e não aprendem", lamenta.

Sem punições
Mais de 50 anos depois, nenhum dos parentes das vítimas foi indenizado, segundo o escritor, e apenas os supostos autores do fogo criminosos — por muitos considerados "bodes-expiatórios" — foram presos. O dono do circo, Danilo Stevanovich, ficou solto, voltou a trabalhar com circo e a família até hoje segue no ramo.

"Na época não tinha cultura de se formar associação de vítimas. Ninguém entrou com processo. Um dos motivos era porque achavam que o circo era americano. Ninguém foi punido. Nem o dono do circo, que até retomou o circo anos depois".

Fogo em boate em Santa Maria
O incêndio ocorrido na madrugada deste domingo na boate Kiss, em Santa Maria já deixou pelo menos 232 mortos, segundo a Brigada Militar. O resgate dos corpos no local da tragédia foi concluído no final da manhã. Pelo menos outras 131 pessoas ficaram feridas e foram levadas para atendimento em hospitais da região. Mais cedo, a polícia havia dito que 245 pessoas haviam morrido na tragédia, mas o número foi corrigido no início da tarde.

Segundo informações preliminares, o fogo teria começado por volta das 2h30, depois que o vocalista da banda que se apresentava teria feito uma espécie de show pirotécnico, usando sinalizador. As faíscas teriam atingido a espuma do isolamento acústico no teto da boate e iniciado o fogo, que se espalhou em poucos minutos.

O incêndio provocou pânico entre os presentes, e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência. Coronel Guido, comandante do Corpo de Bombeiros, disse que algumas pessoas presentes na festa relataram que seguranças da boate trancaram a porta de saída durante o incêndio.

"Vi as pessoas amontoadas e mortas perto da saída", disse o coronel. "A maioria das pessoas acaba morrendo por asfixia, inalação da fumaça tóxica. Queimados mesmo ali foram poucos. O que matou foi o pânico, a inalação da fumaça tóxica e a dificuldade em sair".

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/01/autor-de-livro-sobre-incendio-de-circo-em-niteroi-rj-lamenta-tragedia-no-rs.html

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Alta de 1º C elevaria em 45% os casos de dengue no Rio, sugere estudo

O aumento da temperatura e da quantidade de chuvas podem influenciar na elevação da quantidade de casos de dengue no Rio de Janeiro, de acordo com estudo brasileiro conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Fundação Oswaldo Cruz.
A pesquisa, publicada no “Caderno de Saúde Pública”, analisou casos de dengue registrados entre 2001 e 2009 e apontou que, no período estudado, o aumento de 1º C na temperatura mínima registrada em um mês teria elevado em 45% a quantidade de contaminações no mês seguinte. Segundo Adriana Fagundes Gomes, pesquisadora e colaboradora do Instituto de Microbiologia da UFRJ, a temperatura mínima registrada entre os nove anos foi de 21º C.

Outro dado citado é que a elevação da precipitação em 10 milímetros teria resultado no aumento de 6% no número de casos.

Imagem de arquivo mostra exemplar do mosquito Aedes Aegypt picando braço na Flórida de integrante do setor epidemiológico  (Foto: Wilfredo Lee/AP)
Aedes Aegypt (Foto Wilfredo Lee/AP)
O cálculo matemático utilizou dados epidemiológicos divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio, além de informações meteorológicas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Entre 2001 e 2009, segundo a prefeitura do Rio, foram registrados 383.356 casos de dengue. Apenas nos anos de 2003, 2004 e 2005 não houve epidemias da doença na cidade.

A transmissão da dengue está relacionada a muitos fatores; o impacto do clima, apesar de ainda não ser bem entendido, é apontado como crítico ao facilitar análise de risco de epidemias.

A maturação dos ovos do mosquito Aedes aegypti é mais rápida quando a temperatura é maior, o que aumenta a probabilidade de haver o contato entre o mosquito e o ser humano. No entanto, o mosquito não se desenvolve em temperaturas que ficam abaixo de 17º C. No entanto, ela afirma que os dados não podem levar em consideração apenas o fator climático.

“Precisamos trazer este número para a realidade do Rio de Janeiro”, explica a pesquisadora. “É preciso levar em conta, por exemplo, qual o tipo da dengue que está se proliferando, o tamanho da população do mosquito e se os moradores de bairros cariocas já criaram uma imunidade natural à doença — caso já tenham contraído um tipo de vírus da dengue, o corpo cria um anticorpo que resiste a mesma cepa e não desenvolve a doença”, complementa.

Ainda de acordo com a prefeitura, até 17 de dezembro de 2012 o Rio de Janeiro registrou 135.193 casos de contaminação por dengue.

Entenda mais a doença
O ciclo de vida do Aedes aegypti, do ovo à fase adulta, leva de sete a dez dias. Se a verificação e a eliminação dos criadouros for realizada uma vez por semana, é possível interromper esse processo.

O ovo do mosquito é escuro e menor que um grão de areia, razão pela qual é difícil enxergá-lo. Ele é depositado nas paredes do criadouro, que deve ser escovada para a remoção.

Em contato com a água, se ficar no prato, o ovo pode eclodir em dez minutos. E esse é o tempo recomendado para uma checagem semanal em possíveis focos, a fim de combater a proliferação.

A partir da eclosão dos ovos, nascem as larvas, que vivem na água. Por terem tamanho reduzido, semelhante à cabeça de uma agulha de costura, dificilmente são vistas. Elas não gostam de luz forte, e por isso fogem para as beiradas quando se abre a caixa d’água, por exemplo.

Atualmente, não existe nenhum remédio específico para a dengue; o que os médicos fazem é controlar os sintomas que ela causa. Os cientistas tentam também criar uma vacina para a doença, mas ainda não conseguiram.

Governo repassa verba
O Ministério da Saúde divulgou nesta terça que vai repassar R$ 173,2 milhões a todos os municípios do país para intensificar ações de combate ao mosquito transmissor da dengue.

Segundo o governo federal, R$ 143,6 milhões serão destinados às prefeituras e R$ 29,7 milhões às secretarias estaduais. No verão passado o Ministério repassou R$ 92 milhões para 1.180 municípios.

http://weeg.com.br/alta-de-1o-c-elevaria-em-45-os-casos-de-dengue-no-rio-sugere-estudo/

Cartórios divulgam os nomes mais registrados no ABC Em 2017

Miguel foi o nome mais escolhido pelos pais dos recém-nascidos no ABC em 2017. O nome de origem hebraica está no topo da lista d...