A Melhor Programação - Um Portal para o seu Sucesso!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Ciência - Novo exame de sangue poderá detectar o mal de Alzheimer

Atualmente, ainda não existe um marcador biológico confiável para diagnosticar a doença.
Por Claudia Borges em 31/07/2013


A doença de Alzheimer infelizmente ainda não tem cura, assim como também ainda não existe um marcador biológico confiável para diagnosticar o problema antes de seu aparecimento. Atualmente, é possível apenas confirmar a doença através de uma biópsia histopatológica do tecido cerebral (um exame mais invasivo) ou apenas durante a autópsia do corpo afetado para a investigação das causas da morte.

Isso é um tanto frustrante para o paciente e sua família e também para os médicos e cientistas. No entanto, uma nova esperança para o diagnóstico está surgindo com o desenvolvimento de um exame de sangue para detecção do Alzheimer. De acordo com o Science Daily, a novidade poderá ser utilizada para diagnosticar esse mal e outras doenças degenerativas.
Detalhes
O pesquisador Andreas Keller e sua equipe da Universidade Saarland se concentraram nos microRNAs (miRNAs), que são pequenas moléculas de RNA não-codificantes conhecidas por influenciar a maneira como os genes são expressos e que podem ser encontrados nos fluidos corporais circulantes, incluindo o sangue.

A equipe testou um painel de 12 miRNAs, níveis os quais são encontrados de forma diferente em uma pequena amostra de pacientes com Alzheimer e pessoas sem a doença. Em uma amostra muito maior, o teste distingue com mais segurança entre os dois grupos.

Para serem eficazes, esses marcadores biológicos (ou biomarcadores) precisam ser exatos, sensíveis (capazes de identificar corretamente as pessoas com a doença) e específicos (capazes de identificar corretamente as pessoas sem a doença).

Os resultados dos testes se mostraram eficazes em 90% dessas três medidas. Apesar disso, o novo exame ainda precisa ser validado para uso clínico, e pode, eventualmente, funcionar melhor quando combinado com outras ferramentas de diagnóstico padrão, como imagem, afirmam os autores do estudo.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Catadores de Materiais Recicláveis

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares, e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõem seus resíduos em lixões.


Hoje estima-se que 1
em cada 1000 brasileiros é catador.
E 3 em cada 10 catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem mesmo que tivessem uma alternativa. Estes têm orgulho de ser Catador. 

Há Catadores de todo tipo:
Trecheiros: que vivem no trecho entre uma cidade e outra, catam lata pra comprar comida.

Catadores do lixão: catam diuturnamente, fazem seu horário, catam há muito tempo ou só quando estão sem serviço de obra, pintura etc.

Catadores individuais: catam por si, preferem trabalhar independentes, puxam carrinhos muitas vezes emprestados pelo comprador que é o sucateiro ou deposista.

Catadores organizados: em grupos autogestionários onde todos são dono do empreendimento, legalizados ou em fase de legalização como cooperativas, associações, ONGs ou OSCIPs.

O Catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões, sacando os recicláveis do lixo misturado que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.

Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros kilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço a população já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria prima virgem – recursos naturais esgotáveis – além da economia com coleta e disposição final. 

Dentre os Catadores organizados
ou em organização existem os
Grupos em organização: com pouca ou nenhuma infra-estrutura, muita necessidade de apoio, e vontade de trabalhar em grupo e se fortalecerem.

Catadores organizados autogestionários: grupos que funcionam como cooperativas de fato onde decisões são tomadas de modo democrático, as vendas e os resultados são de domínio de todos graças a transparência das informações que muitas vezes são afixadas na parede - o valor da venda, dos descontos, as atas das reuniões e etc. Não há uma liderança única da qual dependam todas as decisões e todos os associados representam o empreendimento como dono.

Redes de cooperativas autogestionárias: A idéia de rede é uma forma de fortalecer os grupos na busca de quantidade, qualidade e freqüência que são algumas das imposições do mercado da reciclagem. Em rede os grupos podem vender por melhores preços por terem juntos maiores quantidades e aqueles que não tem prensa poderem enfardar o material. Em rede os grupos também podem se organizar para otimizar a coleta e realizarem inclusive coleta de outros materiais como óleo de cozinha, alimentos entre outros.


E há também as
Coopergatos: Grupos não autogestionários, que tem um dono, onde um manda e todos obedecem e funciona como uma empresa privada só que sem os benefícios sociais que uma empresa privada teria que dar.

Cooperativas de Sucateiros: Alguns sucateiros que, nem sempre, mas freqüentemente tem com catadores relações pra lá de exploratórias, percebendo vantagens junto a políticas públicas se regularizam legalmente como cooperativas mas funcionam como empresa privada, sob a fachada do cooperativismo. Infelizmente esse padrão é bastante freqüente.

Cooperativas de Apoiadores: Grupos de catadores organizados por pessoas que não tem histórico na catação e se auto-declaram catadores (mas tem perfil de apoiador) para exercer uma liderança sem nenhum compromisso com o processo emancipatório dos catadores. Apoiadores só deveriam fazer parte de uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis se fosse no conselho consultivo, sem direito a voto e sem direito a renda.

É imperativo que o apoio aos catadores seja compromissado com o protagonismo deles e a construção dos processos emancipatórios desta categoria.

Catadores são vítimas de preconceito por parte da sociedade e constantemente são associados ao problema do lixo podendo ser associados as soluções. 

São atores históricos da gestão dos resíduos nas cidades e da cadeia produtiva da reciclagem e merecem políticas públicas que fortaleçam seu perfil empreendedor e ecológico.

O estilo do apoio no Brasil é o do amparo, da tutela simbólica, que vê os atores históricos como incapazes, estilo cesta básica e assistencialismo. Será bom entender o que é apoio dentro de uma premissa emancipatória.

domingo, 24 de março de 2013

Novo Presidente da Cerci em Cachoeiras de Macacu.

Cálculos feitos em janeiro por Fantinatti e Napoleão, deram resultados exatos de uma disputa fortemente trabalhada dando a vitória ao candidato Dudu.


"Não queremos ferir ninguém, mas não havia margens de erro, estava estampado em todas as cidades onde a cooperativa fornece energia elétrica, que Dudu seria dessa vez a esperança de mudança para uma renovação, mesmo esbarrando no adversário nos momentos finais". Disse Fantinatti

"Essa matemática é de nossa exclusividade, tivemos muitas dores de cabeça criando essa formula de saber o futuro pensando e analisando o caso, podemos usar para candidatos à prefeito", Concluiu Napoleão.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Barão de Bujuru - Inocêncio Veloso Pederneiras



Biografia
O barão de BUJURÚ foi Inocêncio Velloso Pederneiras.Brigadeiro, Diretor da Diretoria Geral das Obras Militares em 1889.Representou a Província do RS na 14ª legislatura de 1869 a 1872.Comendador de S. Bento de Aviz, Dignitário da I.Ordem da Rosa, Comendador da de Cristo, e condecorado com a medalha da Campanha do Paraguai com passador de ouro. 

BUJURU, como está no decreto, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adendas
Inocêncio Veloso Pederneiras - agraciado com o título ( Dec 13.07.1889 ) de Barão de Bujuru. Membro da família Pederneiras , de Rio Pardo-RS, ramo da antiga família Veloso Rebelo, do Rio de Janeiro, que teve seu sobrenome tomado da estância Pederneiras, em Rio Pardo.Houve dupla origem, na mesma família, por parte de primos, de filiações naturais, criados por seus tios Velosos Rebelos. Podemos recuar esta família em Manuel Veloso Rebelo, que foi casado com sua sobrinha Josefina Veloso Cidade, da mesma família, ramos do Rio de Janeiro. Sem filhos, criaram alguns sobrinhos e sobrinhos-netos, um deles o Barão.Nascido no Rio Grande do Sul a 14.06.1818 e falecido no Rio de Janeiro-RJ a 18.06.1891. Filho de João de Sá Brito e de Manuela Branco Pereira, sobrinha do citado Manuel, da estância de Pederneiras, e neta de José Veloso Rebelo, patriarca da família, ramo do Rio de Janeiro.Reformado no posto de tenente-coronel ( 30.01.1890). Brigadeiro. Casou-se cerca de 1856/1857 com sua prima legítima Maria Isabel Veloso Rebelo , nascida em 1838 e falecida no Rio de Janeiro-RJ a 24.09.1895, Baronesa de Bujuru, filha de João Francisco Veloso Rebelo e Carolina Sérgio do Amaral.

Obs: O Barão nunca usou o título com o qual fora agraciado.

Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Bojuru, Barão de; famílias Pederneiras e Veloso Rebelo.
Fonte: http://www.sfreinobreza.com/NobB.htm

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Gambá - micurê (Mato Grosso); mucura (Amazônia); saruê (Bahia) e timbú (Ceará e Pernambuco)

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: 

Reino: Animalia 
Filo: Chordata 
Classe: Mammalia 
Infraclasse: Marsupialia 
Ordem: Didelphimorphia 
Família: Didelphidae 
Género: Didelphis 

Mamãe Gambá cuida muito bem de seus filhotes
(Foto Toni Fantinatti)
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
O gambá é um marsupial de hábitos noturnos, ou seja, começa a caçar e coletar alimentos durante o período da noite.

Os filhotes subiram nas costas da mamãe Gambá.
(Foto: Toni Fantinatti)
A alimentação dos gambás consiste em ovos, frutos, vermes, insetos, lagartos, anfíbios e até mesmo filhotes de pássaros

Possuem hábitos solitários, porém, na época do acasalamento, formam casais para reproduzir. Neste período o casal constrói um ninho de galhos e folhas secas


Produzem, na região das axilas, um líquido de cheiro forte e desagradável que serve para espantar outros animais. Este mesmo odor é produzido pela fêmea na época da reprodução, para atrair o macho.

Filhotes de gambá pousando para a foto.
(Foto: Toni Fantinatti)
Os filhotes de gambá nascem na forma de embrião e pesam duas gramas, aproximadamente. O desenvolvimento ocorre na bolsa materna da mãe.

A média de vida de um gambá é de 4 a 5 anos

Possuem vários nomes, dependendo da região do Brasil: micurê (Mato Grosso); mucura (Amazônia); saruê (Bahia) e timbú (Ceará e Pernambuco)

O habitat natural dos gambás é a floresta, porém consegue adaptar-se bem em regiões com presença humana.

Vivem em quase todos os países da América, desde a Argentina até os Estados Unidos.

Paulinho e seus  pais resgataram os filhotes dos predadores
e os libertaram na Mata Atlântica.
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Cor: cinza escuro
Comprimento: 40 a 50 cm de comprimento (sem contar a cauda)
Peso: de 3 a 5 quilos em média
Reprodução: em média 3 gestações por ano, sendo que a fêmea gera de 10 a 20 filhotes em cada gestação.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/gamba.htm

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

As sete verdades do Bambú (bamboo)

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
- Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
- Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.


A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.


 Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.


 Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.


 A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.


A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós ( e não de eus ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.


A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.


Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Cajón Peruano - Toni Fantinatti - Cajón Flamenco Espanhol

Cajón é o aumentativo da palavra caja, que significa caixa em espanhol.
O cajón é um instrumento de percussão que teve sua origem no Peru colonial, onde os escravos africanos, separados de seus instrumentos de percussão pelos feitores da época, utilizaram-se de caixas de madeira e gavetas (outra tradução para cajón) para tocarem seus ritmos. Daí dizer que sua origem é afro-peruana. Com o passar do tempo o instrumento transformou-se no que conhecemos hoje por cajón. O instrumento hoje é considerado pelo governo peruano como "Patrimônio Cultural da Nação".

Foi introduzido nesse Cajón um exclusivo pedal 
interno para o bumbo (todo feito em madeira).
Uma manobra muito importante.

(Cajón TF - Toni Fantinatti)
O cajón atravessou as fronteiras do Peru e tem encontrado espaço nas expressões musicais de diferentes culturas pelo mundo afora. Paco de Lucia foi um dos principais responsáveis pela introdução do instrumento na música flamenca. Com uma sonoridade tida como ideal para acompanhar as palmas, sapateado e a sonoridade das guitarras flamencas, o cajón popularizou-se. Hoje é tão comum a presença do instrumento nas apresentações flamencas que muitos imaginam que sua origem é espanhola.

Cajón - Conforto no detalhe do banquinho acolchoado
e forrado, saída de som pelas laterais e por trás do instrumento.
(Cajón TF - Toni Fantinatti)
Construído totalmente em madeira, o cajón mais difundido internacionalmente apresenta cordas colocadas por dentro sob o tampo, uma versão moderna que tem muita aceitação internacional.

Importante detalhe da mola garantindo o estalo da caixa
Cajón - Regulagem da esteira (som da caixa), garantindo
uma boa sonorização e performance ao percursionista.
(Cajón TF - Toni Fantinatti) 
O instrumento encanta pela simplicidade, desempenho, por sua grandiosa vibração e versatilidade.

Cajón - "Uma bateria (compactada) de verdade" 
Por tratar-se de um instrumento muito simples e barato, o cajón vem se popularizando cada vez mais no Brasil, tanto entre os músicos profissionais quanto entre os amadores, revelando-se um acompanhamento muito rico para voz e violão.

Cajón - A arte final fica nas delicadas mãos da artista plástica Nani Tiradentes.
O cajón é extremamente versátil para praticamente todos os ritmos, podendo ser utilizado Acústicamente, microfonado em apresentações ao vivo, provocando no espectador a sensação de "onde está a bateria?", e ainda apresentar excelentes resultados em gravações de estúdio.

Cajón - Confecção e desenvolvimento: Toni Fantinatti.
Origem da Reportagem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cartórios divulgam os nomes mais registrados no ABC Em 2017

Miguel foi o nome mais escolhido pelos pais dos recém-nascidos no ABC em 2017. O nome de origem hebraica está no topo da lista d...