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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Impressora 3D para usuários domésticos, Cube chega ao Brasil por R$ 6.690

Equipamento é compatível com Windows e MacOS e permite criar pequenos objetos, como capa para celular e imã de geladeira

Cube permite imprimir em 3D pequenos
objetos e está à venda no Brasil por R$ 6.690
Os brasileiros interessados em impressão 3D agora têm uma opção mais acessível para quem quer fazer pequenos projetos em casa. Por meio de seu site, a Saraiva iniciou a oferta da impressora 3D Cube na metade de agosto. Ela é compatível com Windows e MacOS e está disponível no Brasil com preço de R$ 6.690.


Com peso de 4,3 kg, a impressora 3D Cube pode receber arquivos do computador por meio da rede Wi-Fi. Para imprimir pequenos objetos criados em três dimensões no computador, como capas para celular, imãs de geladeira e outros pequenos objetos, ela depende do uso de um cartucho de material termoplástico.

Ela deposita o material em camadas na superfície para formar o objeto desejado. O cartucho é vendido por meio do mesmo site, nas cores preto, verde, vermelho e azul, pelo preço de R$ 280. No total, são 16 cores de cartuchos disponíveis.

Fabricada pela 3D Systems, a Cube possui memória Flash e vem com pen-drive de 2 GB. Ela possui conexão USB e possui uma pequena tela sensível ao toque, para controle das funções. A impressora 3D está disponível nas cores branca, preta, rosa, entre outras. Com formato compacto, em comparação a outros modelos de impressoras 3D, a Cube possui 28 centímetros de profundidade, 25 centímetros de largura e 32 centímetros de altura.

Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/2013-08-26/impressora-3d-para-usuarios-domesticos-cube-chega-ao-brasil-por-r-6690.html

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Mundo - Chinesa afirma ser a mulher mais velha do mundo aos 127 anos

Alimihan Seyiti, ao que tudo indica, nasceu em 1886. Ela espera por uma confirmação oficial para receber o título.
Chinesa afirma ser a mulher mais velha do mundo aos 127 anos
Fonte da imagem: Reprodução/Whatsonsanya
Você sabe quem é a mulher mais velha do mundo? Uma chinesa chamada Alimihan Seyiti afirma ter 127 e, se a idade for comprovada, ela poderá receber o título pelo Livro dos Recordes. A Sociedade Geriátrica da China já confirmou a idade de Seyiti já que, ao que tudo indica, ela nasceu no dia 25 de junho de 1886, ainda durante a Dinastia Qing. O título foi requerido depois que Luo Meizhen, nascida em 1985, morreu em junho deste ano.

E o que é que a maioria das pessoas perguntaria a alguém que pode ter quase 130 anos? É lógico que a grande curiosidade gira em torno dos truques para ter uma longa vida e, nesse sentido, Seyiti parece ser uma mulher de poucos segredos: ela afirma que tomou muita água gelada – o que não é muito comum em sua cultura – e sempre lavou muito bem seu rosto.

cantinhoadolescentes2.blogspot.com
Os familiares da chinesa afirmam que ela sempre foi uma mulher muito bonita e cuidadosa. A própria Seyiti, em declaração publicada no jornal The Irish Times, afirma que já teve muitos pretendentes quando era jovem.

Seyiti orgulha-se quando afirma que ainda faz compras, passeia e visita amigos sem precisar de ajuda. Entre seus passatempos estão também contar piadas e cantar algumas músicas de amor, tradicionais na cultura Uigur, à qual pertence. Durante sua vida, ela adotou um casal de filhos e hoje, entre netos e bisnetos, a família já conta com mais 40 membros.

Sua longevidade é motivo de orgulho também para o município de Shule, onde ela vive. O local, que abriga menos de 300 mil habitantes, tem oito pessoas centenárias, e será nomeado, em outubro deste ano, um dos grandes locais de longevidade da China. Até lá, dona Alimihan vai ter que esperar pelo título de mais velha de todas.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ancestral de mamíferos com dentes de sabre é descoberto no Brasil

Animal herbívoro, que viveu há 260 milhões de anos, parece ser mistura de animais diferentes, diz descobridor
O Tiarajudens eccentricus usava seus dentes
de tigre dente de sabre para espantar predadores
Foto Juan Cisneros
Alessandro Greco, especial para o iG

O sobrenome eccentricus já conta boa parte de quem é o Tiarajudens eccentricus, um herbívoro que viveu há 260 milhões do anos no Brasil. Descoberto por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Tiaraju, no interior do Rio Grande do Sul, ele tinha, apesar de comer apenas plantas, um par de dentes de tigre de sabre (um carnívoro ferrenho) do comprimento de lápis de cera, desses para crianças. As presas do eccentricusnão são, no entanto, sua única, digamos, excentricidade. “Ficamos todos muito surpresos [com a descoberta], pois esta nova espécie reúne características muito inesperadas, causando inclusive a impressão de ser uma mistura de animais diferentes. Ele possui dentes incisivos similares aos de um ruminante e dentes molares que no seu conjunto lembram os de uma capivara. Contrastando com esta dentição típica de animal herbívoro, temos a presença de grandes dentes de sabre como os de um felino. Mais ainda, os molares não estão na maxila e sim no palato, algo nunca antes visto num quadrúpede.”, explicou ao iG Juan Carlos Cisneros, da UFPI, que liderou o trabalho.

A descoberta, relatada na edição de hoje do periódico científico Science, também traz uma das primeiras evidências da capacidade dos terapsídeos (grupo de animais do qual o Tiarajudens eccentricus faz parte e que deu origem aos mamíferos) de mastigar de forma eficiente os alimentos. “Isto mostra que algumas características que considerávamos típicas dos mamíferos e de seus ancestrais próximos (os cinodontes), tais como a mastigação, apareceram milhões de anos antes, no final da era Paleozoica.”, explicou Cisneros. A habilidade de mastigar, chamada oclusão dental, permitiu, por exemplo, que o eccentricus processasse plantas com grande quantidade de fibra e pudesse se expandir para novas nichos ecológicos.

O eccentricus também possui a mais antiga presença de dentes de sabre num herbívoro, característica que até então nunca havia sido observada num animal que não fosse um mamífero. “Hoje em dia, os únicos herbívoros com dentes de sabre são cervos que habitam a Asia (o veado-almiscareiro e o veado-d'água), que usam seus dentes de sabre para lutas territoriais entre os machos.”, afirmou Cisneros. O eccentricus, segundo os pesquisadores, talvez usasse os seus para assustar os predadores ou para, como os cervos, garantir seu espaço.

Ciência - Descoberta nova espécie de mamífero

O olinguito, como a espécie é chamada, foi confundida com outro animal por mais de 100 anos
O olinguito era confundido com outra espécie. Os pesquisadores anunciaram nesta quinta-feira que esse animal do tamanho de um guaxinim pertence, na verdade, a uma nova espécie

Pesquisadores norte-americanos anunciaram uma
descoberta de uma rara nova espécie de mamífero.
AP Photo/Mark Gurney

É uma espécie de guaxinim com face de urso,
chamado de olinguito.
Um pesquisador da Smithsonian disse que ele vive nas florestas montanhosas do Equador e Colômbia, onde, à noite, salta através das árvores. Ele se alimenta de frutas e pesa em média um quilo.
A descoberta foi anunciada nesta quinta-feira.
Um desses olinguitos também viveu no Zoológico Nacional em Washington, mas não foi reconhecido pois foi confundido com um animal parecido.


O olinguito é uma espécie de guaxinim com cara de urso.
AP Photo/Mark Gurney
O olinguito está documentado cientificamente como membro da família Procyonidae , onde estão os guaxinins, quatis, juparás e olingos. Ele se alimenta basicamente de frutas, mas pode também comer alguns insetos. É um animal solitário, que vive em árvores e tem hábito noturno. As fêmeas geram um bebê a cada vez.

Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2013-08-15/pesquisadores-descobrem-nova-especie-de-mamifero.html

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Ciência - Novo exame de sangue poderá detectar o mal de Alzheimer

Atualmente, ainda não existe um marcador biológico confiável para diagnosticar a doença.
Por Claudia Borges em 31/07/2013


A doença de Alzheimer infelizmente ainda não tem cura, assim como também ainda não existe um marcador biológico confiável para diagnosticar o problema antes de seu aparecimento. Atualmente, é possível apenas confirmar a doença através de uma biópsia histopatológica do tecido cerebral (um exame mais invasivo) ou apenas durante a autópsia do corpo afetado para a investigação das causas da morte.

Isso é um tanto frustrante para o paciente e sua família e também para os médicos e cientistas. No entanto, uma nova esperança para o diagnóstico está surgindo com o desenvolvimento de um exame de sangue para detecção do Alzheimer. De acordo com o Science Daily, a novidade poderá ser utilizada para diagnosticar esse mal e outras doenças degenerativas.
Detalhes
O pesquisador Andreas Keller e sua equipe da Universidade Saarland se concentraram nos microRNAs (miRNAs), que são pequenas moléculas de RNA não-codificantes conhecidas por influenciar a maneira como os genes são expressos e que podem ser encontrados nos fluidos corporais circulantes, incluindo o sangue.

A equipe testou um painel de 12 miRNAs, níveis os quais são encontrados de forma diferente em uma pequena amostra de pacientes com Alzheimer e pessoas sem a doença. Em uma amostra muito maior, o teste distingue com mais segurança entre os dois grupos.

Para serem eficazes, esses marcadores biológicos (ou biomarcadores) precisam ser exatos, sensíveis (capazes de identificar corretamente as pessoas com a doença) e específicos (capazes de identificar corretamente as pessoas sem a doença).

Os resultados dos testes se mostraram eficazes em 90% dessas três medidas. Apesar disso, o novo exame ainda precisa ser validado para uso clínico, e pode, eventualmente, funcionar melhor quando combinado com outras ferramentas de diagnóstico padrão, como imagem, afirmam os autores do estudo.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Catadores de Materiais Recicláveis

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares, e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõem seus resíduos em lixões.


Hoje estima-se que 1
em cada 1000 brasileiros é catador.
E 3 em cada 10 catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem mesmo que tivessem uma alternativa. Estes têm orgulho de ser Catador. 

Há Catadores de todo tipo:
Trecheiros: que vivem no trecho entre uma cidade e outra, catam lata pra comprar comida.

Catadores do lixão: catam diuturnamente, fazem seu horário, catam há muito tempo ou só quando estão sem serviço de obra, pintura etc.

Catadores individuais: catam por si, preferem trabalhar independentes, puxam carrinhos muitas vezes emprestados pelo comprador que é o sucateiro ou deposista.

Catadores organizados: em grupos autogestionários onde todos são dono do empreendimento, legalizados ou em fase de legalização como cooperativas, associações, ONGs ou OSCIPs.

O Catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões, sacando os recicláveis do lixo misturado que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.

Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros kilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço a população já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria prima virgem – recursos naturais esgotáveis – além da economia com coleta e disposição final. 

Dentre os Catadores organizados
ou em organização existem os
Grupos em organização: com pouca ou nenhuma infra-estrutura, muita necessidade de apoio, e vontade de trabalhar em grupo e se fortalecerem.

Catadores organizados autogestionários: grupos que funcionam como cooperativas de fato onde decisões são tomadas de modo democrático, as vendas e os resultados são de domínio de todos graças a transparência das informações que muitas vezes são afixadas na parede - o valor da venda, dos descontos, as atas das reuniões e etc. Não há uma liderança única da qual dependam todas as decisões e todos os associados representam o empreendimento como dono.

Redes de cooperativas autogestionárias: A idéia de rede é uma forma de fortalecer os grupos na busca de quantidade, qualidade e freqüência que são algumas das imposições do mercado da reciclagem. Em rede os grupos podem vender por melhores preços por terem juntos maiores quantidades e aqueles que não tem prensa poderem enfardar o material. Em rede os grupos também podem se organizar para otimizar a coleta e realizarem inclusive coleta de outros materiais como óleo de cozinha, alimentos entre outros.


E há também as
Coopergatos: Grupos não autogestionários, que tem um dono, onde um manda e todos obedecem e funciona como uma empresa privada só que sem os benefícios sociais que uma empresa privada teria que dar.

Cooperativas de Sucateiros: Alguns sucateiros que, nem sempre, mas freqüentemente tem com catadores relações pra lá de exploratórias, percebendo vantagens junto a políticas públicas se regularizam legalmente como cooperativas mas funcionam como empresa privada, sob a fachada do cooperativismo. Infelizmente esse padrão é bastante freqüente.

Cooperativas de Apoiadores: Grupos de catadores organizados por pessoas que não tem histórico na catação e se auto-declaram catadores (mas tem perfil de apoiador) para exercer uma liderança sem nenhum compromisso com o processo emancipatório dos catadores. Apoiadores só deveriam fazer parte de uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis se fosse no conselho consultivo, sem direito a voto e sem direito a renda.

É imperativo que o apoio aos catadores seja compromissado com o protagonismo deles e a construção dos processos emancipatórios desta categoria.

Catadores são vítimas de preconceito por parte da sociedade e constantemente são associados ao problema do lixo podendo ser associados as soluções. 

São atores históricos da gestão dos resíduos nas cidades e da cadeia produtiva da reciclagem e merecem políticas públicas que fortaleçam seu perfil empreendedor e ecológico.

O estilo do apoio no Brasil é o do amparo, da tutela simbólica, que vê os atores históricos como incapazes, estilo cesta básica e assistencialismo. Será bom entender o que é apoio dentro de uma premissa emancipatória.

domingo, 24 de março de 2013

Novo Presidente da Cerci em Cachoeiras de Macacu.

Cálculos feitos em janeiro por Fantinatti e Napoleão, deram resultados exatos de uma disputa fortemente trabalhada dando a vitória ao candidato Dudu.


"Não queremos ferir ninguém, mas não havia margens de erro, estava estampado em todas as cidades onde a cooperativa fornece energia elétrica, que Dudu seria dessa vez a esperança de mudança para uma renovação, mesmo esbarrando no adversário nos momentos finais". Disse Fantinatti

"Essa matemática é de nossa exclusividade, tivemos muitas dores de cabeça criando essa formula de saber o futuro pensando e analisando o caso, podemos usar para candidatos à prefeito", Concluiu Napoleão.

Cartórios divulgam os nomes mais registrados no ABC Em 2017

Miguel foi o nome mais escolhido pelos pais dos recém-nascidos no ABC em 2017. O nome de origem hebraica está no topo da lista d...