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domingo, 8 de setembro de 2013

Ciência - Fenômeno raro mostra planeta Vênus sendo encoberto pela Lua

Em regiões no sul do País e em São Paulo,
foi possível ver a olho nu o fenômeno astronômico

Programa Stellarium simula como deve ser a disposição dos astros no dia da ocultação de Vênus pela Lua Foto: Programa Stellarium / Reprodução
A ocultação de Vênus pela Lua foi vista de
Osasco (SP) neste domingo (8).
Foto: Marcos Bezerra/Futura Press
Por volta das 19 horas deste domingo (8) foi possível ver a olho nu o planeta Vênus próximo à Lua. O fenômeno astronômico em que a Lua encobre o planeta mais brilhante pôde ser visto em regiões no sul do País e em São Paulo.

Depois, Vênus poderá ser vista novamente, reaparecendo no lado iluminado da Lua. Também foi possível registrar o fenômeno em Amã, na Jordânia.

O planeta Vênus, o mais brilhante do nosso céu, aparece nos fins das tardes desde meados de julho e ficará completamente escondido atrás do satélite natural da Terra.

Já na segunda-feira (9), na mesma região do céu ao escurecer, será possível observar a estrela, os planetas Vênus e Saturno e a Lua.

Economia - Ex-faxineiro fatura R$ 1 milhão com loja colaborativa

Com a loja “Como Assim?!...”, Tedd Albuquerque colocou em prática um modelo de negócio que permite a pequenos lojistas venderem seus produtos com uma despesa menor de aluguel

Bancário, carregador de móveis, vendedor de cachorro-quente, fabricante de carrinho de cachorro quente, vendedor de marmita, garçom, faxineiro, assistente de importação, importador de muambas do Paraguai e, finalmente, empresário.

Essa é a trajetória profissional de Ednelson Albuquerque, mais conhecido como Tedd Albuquerque, 48, proprietário da loja “Como Assim?!...”, retratada no livro com o mesmo nome da sua empresa, recém-lançado pela editora Biografia. 

Tedd Albuquerque com o uniforme para vende
cachorro-quente, na década de 1990
(Arquivo Pessoal)
Pernambucano, Albuquerque se mudou para São Paulo há 25 anos em busca de emprego. Sem formação universitária e com pouco dinheiro para se manter na capital paulista, dormiu em pensão e alugou uma cama para passar as noites. “Estava disposto a trabalhar com qualquer coisa para conseguir, pelo menos, dividir um apartamento com um colega”, recorda.

Após quase dez anos de trabalho duro, Albuquerque conseguiu um emprego em uma agência de turismo para trabalhar com promoção de eventos. Permaneceu nesse trabalho por quatro anos até que decidiu fazer uma viagem para a Europa com o dinheiro que havia guardado dos empregos anteriores.

Durante a estadia no exterior, conheceu um estilo de negócio bastante peculiar no continente europeu: a empresa colaborativa. Nesse tipo de empreendimento, uma loja é composta por vários vendedores independentes, geralmente artesãos. “Tive um clique e decidi: vou trazer esse modelo para o Brasil”, conta Albuquerque.

De volta ao Brasil e com pouco dinheiro, o pernambucano decidiu promover uma feira nos moldes colaborativos em um estacionamento na capital paulista. Lá, reunia artesãos e cobrava uma taxa de aluguel pelo espaço. Para fugir de problemas como o mau tempo, que atrapalhavam os negócios, mudou-se para um espaço maior há 13 anos no Shopping Center 3, na Avenida Paulista – onde a feira ocorre até hoje, sempre aos domingos.

Já capitalizado, Albuquerque expandiu o negócio e abriu a loja colaborativa “Como assim?!...”, há cinco anos, na Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

Com três andares e um restaurante, o estabelecimento conta com produtos de 46 artistas, entre sapatos, roupas, sabonetes, bolsas e lenços. “Aos sábados, recebemos cerca de 6 mil pessoas”, contabiliza. O empresário se considera uma espécie de incubadora do varejo e o faturamento anual, segundo ele, já é de R$ 1 milhão.

A artesã Norma Pereira é uma das expositoras. Ex-vendedora da loja, ela sempre teve o desejo de vender os próprios produtos. Foi quando teve a ideia de chamar um colega que produzia sapatos ecológicos para uma parceria. Há dois anos os dois criaram a Sapatos Norma Lee.

O estande de Norma vende uma média de 350 sapatos por mês (ao preço médio de R$ 70). O faturamento, contudo, não é revelado pela empresária. “O conceito colaborativo é perfeito para o meu negócio, que está começando agora”, explica ela.

Para um espaço de 12 metros quadrados na loja, a empresária paga a Tedd um aluguel de R$ 1.600, mais as taxas de administração que correspondem a 5% das vendas. Já na feira, ela paga R$ 1.300 por três metros quadrados. Apesar de satisfeita, Norma deseja abrir a própria loja, fora do modelo colaborativo.

A empresária Norma Pereira, dona da
loja de sapatos ecológicos Norma Lee
(Foto: Divulgação)
“Estou fazendo minha clientela para depois montar a minha loja. Precisaria do triplo do dinheiro para bancar o aluguel de um ponto próprio”, explica a empresária.

Ao contrário de Norma, Marcos Osmar, 55 anos, que tem um estande de artigos diversos na loja e na feira organizada por Tedd, não pensa em abrir um ponto independente. O motivo: evitar dor de cabeça. “Para ser dono de uma loja [independente], você precisa ter uma fonte forte de renda e custear um alto valor de aluguel. Muitas vezes, as vendas não cobrem os gastos e você fica no prejuízo”, explica o vendedor.

Osmar teve duas lojas da marca Imaginarium em shoppings da capital paulista, mas vendeu os pontos para criar sua própria empresa de artigos criativos. “Acabei decepcionado com a franquia. Nos meus estandes [na feira e na loja], quando o movimento está ruim, está bom”, brinca ele, que expõe 35 produtos por dia e não revela seu faturamento.

Para um espaço de nove metros quadrados no Shopping Center 3 e na loja de Tedd, Osmar paga um aluguel de R$ 2,2 mil (só aos domingos) e R$ 1,5 mil, respectivamente. “O aluguel na feira é caro, mas a relação entre custo e benefício é boa”, pondera

Modelo em expansão
Para Gustavo Carrer, consultor do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), o modelo de espaço colaborativo encontra bastante espaço para expansão no Brasil, uma vez que há poucas lojas operando dessa forma.

Antes de abrir um negócio desse tipo, no entanto, o consultor alerta o empreendedor a manter uma identidade na loja. "O consumidor precisa ver o estabelecimento e saber que lá encontra os produtos que deseja", explica.

Já para artesãos que planejam ter um estande em uma loja colaborativa, vale a dica de não contar apenas com esse canal para turbinar o faturamento ou apenas manter as contas no azul. "Ele [comércio colaborativo] é bom para quem está começando, mas é importante ter um outro canal de venda, como uma pequena loja ou um site, para não perder clientes caso o contrato com o dono da loja seja rompido repentinamente", indica Carrer.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Tecnologia - O que é o USB 3.0?

Conheça a nova versão do padrão
de transferência de dados
O padrão USB ajudou a acabar com muitos problemas de quem lida com computadores. Ele consolidou tipos diferentes de conexão em uma só e facilitou muito a instalação de impressoras e outros periféricos. A versão 3.0 do USB vem se tornando obrigatória em notebooks intermediários e avançados. Confira a seguir mais informações sobre o USB 3.0.

O que é o USB 3.0?
O USB 3.0 é uma nova versão do padrão USB, usado para conectar periféricos a computadores e notebooks. O padrão USB 3.0 também é conhecido como SuperSpeed USB.

Quais as vantagens do USB 3.0?
A principal vantagem do USB 3.0 em relação à versão atual está na velocidade. Ela é de 4,8 Gbps, dez vezes maior do que os atuais 480 Mbps do USB 2.0. Na prática, a velocidade das conexões USB 3.0 fica entre 3,2 e 4 Gbps.

Esses valores são menores do que o máximo teórico, mas muito superiores à velocidade atual do padrão. Um arquivo de vídeo de 700 MB, por exemplo, costuma levar cerca de 20 segundos para ser transferido em uma conexão USB 2.0. Na versão 3.0 esse tempo cairia para 2 segundos.

Outra vantagem do USB 3.0 é que ele fornece mais energia do que o USB atual. Isso permite carregar mais rapidamente a bateria de iPods e outros periféricos. Um terceiro benefício é que o gerenciamento de energia das portas é melhor. Isso faz com que o notebook poupe bateria quando a porta não está sendo usada.

O que preciso para transferir arquivos
por meio de uma conexão USB 3.0?
Computador/notebook - Para começar, o computador ou notebook já deve vir de fábrica com o suporte a USB 3.0. Atualmente, há poucos modelos com essa característica, mas a quantidade vem aumetando

Sistema - É necessário que o sistema operacional suporte o USB 3.0. O Windows 7 e o Windows 8 suportam o padrão.

Outras versões do Windows (Vista e XP), não têm suporte nativo para USB 3.0. Mas isso pode ser contornado com o uso de arquivos de atualização (drivers) específicos para cada equipamento. Esses arquivos vêm em um CD junto com o periférico USB 3.0 (normalmente, um HD externo). 

Periférico - A velocidade do USB 3.0 só pode ser aproveitada se as duas pontas da transferência suportarem o padrão. Por isso, além do computador, o periférico também deve vir com suporte ao USB 3.0. Atualmente já há no mercado alguns HDs externos compatíveis com USB 3.0.

Cabo - Os cabos USB atuais podem ser encaixados em portas USB 3.0, mas não suportam a velocidade do padrão (mais sobre isso abaixo). Por isso, é necessário comprar um cabo USB 3.0.

Poderei usar meus cabos USB atuais
em portas USB 3.0?
Sim, as entradas são compatíveis. Mas a transferência de arquivos será realizada com velocidade de USB 2.0. Para transferir arquivos com a velocidade do USB 3.0 será necessário adquirir novos cabos.

Quais são os benefícios práticos
do USB 3.0?
O USB 3.0 permite ganhar tempo em transferências de arquivos grandes. Isso é muito útil para quem trabalha com vídeos ou fotos em alta resolução e guarda arquivos em HDs externos. Nesses casos, adquirir equipamentos com USB 3.0 vale a pena.

Para o usuário comum, que usa apenas periféricos USB como teclado, mouse e impressora, a troca não traz vantagens práticas. Esses equipamentos não exigem alta velocidade na transferência de dados.

O USB 3.0 vai vingar?
No momento, não é possível responder. O número de equipamentos (principalmente HDs externos) com USB 3.0 vem aumentando e a compatibilidade das portas com o atual USB 2.0 é um grande fator a favor. Mas o USB 3.0 atualmente compete no mercado com outro padrão de alta velocidade, o Thunderbolt, criado pela Intel e adotado em computadores da Apple e alguns notebooks de outros fabricantes.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Impressora 3D para usuários domésticos, Cube chega ao Brasil por R$ 6.690

Equipamento é compatível com Windows e MacOS e permite criar pequenos objetos, como capa para celular e imã de geladeira

Cube permite imprimir em 3D pequenos
objetos e está à venda no Brasil por R$ 6.690
Os brasileiros interessados em impressão 3D agora têm uma opção mais acessível para quem quer fazer pequenos projetos em casa. Por meio de seu site, a Saraiva iniciou a oferta da impressora 3D Cube na metade de agosto. Ela é compatível com Windows e MacOS e está disponível no Brasil com preço de R$ 6.690.


Com peso de 4,3 kg, a impressora 3D Cube pode receber arquivos do computador por meio da rede Wi-Fi. Para imprimir pequenos objetos criados em três dimensões no computador, como capas para celular, imãs de geladeira e outros pequenos objetos, ela depende do uso de um cartucho de material termoplástico.

Ela deposita o material em camadas na superfície para formar o objeto desejado. O cartucho é vendido por meio do mesmo site, nas cores preto, verde, vermelho e azul, pelo preço de R$ 280. No total, são 16 cores de cartuchos disponíveis.

Fabricada pela 3D Systems, a Cube possui memória Flash e vem com pen-drive de 2 GB. Ela possui conexão USB e possui uma pequena tela sensível ao toque, para controle das funções. A impressora 3D está disponível nas cores branca, preta, rosa, entre outras. Com formato compacto, em comparação a outros modelos de impressoras 3D, a Cube possui 28 centímetros de profundidade, 25 centímetros de largura e 32 centímetros de altura.

Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/2013-08-26/impressora-3d-para-usuarios-domesticos-cube-chega-ao-brasil-por-r-6690.html

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Mundo - Chinesa afirma ser a mulher mais velha do mundo aos 127 anos

Alimihan Seyiti, ao que tudo indica, nasceu em 1886. Ela espera por uma confirmação oficial para receber o título.
Chinesa afirma ser a mulher mais velha do mundo aos 127 anos
Fonte da imagem: Reprodução/Whatsonsanya
Você sabe quem é a mulher mais velha do mundo? Uma chinesa chamada Alimihan Seyiti afirma ter 127 e, se a idade for comprovada, ela poderá receber o título pelo Livro dos Recordes. A Sociedade Geriátrica da China já confirmou a idade de Seyiti já que, ao que tudo indica, ela nasceu no dia 25 de junho de 1886, ainda durante a Dinastia Qing. O título foi requerido depois que Luo Meizhen, nascida em 1985, morreu em junho deste ano.

E o que é que a maioria das pessoas perguntaria a alguém que pode ter quase 130 anos? É lógico que a grande curiosidade gira em torno dos truques para ter uma longa vida e, nesse sentido, Seyiti parece ser uma mulher de poucos segredos: ela afirma que tomou muita água gelada – o que não é muito comum em sua cultura – e sempre lavou muito bem seu rosto.

cantinhoadolescentes2.blogspot.com
Os familiares da chinesa afirmam que ela sempre foi uma mulher muito bonita e cuidadosa. A própria Seyiti, em declaração publicada no jornal The Irish Times, afirma que já teve muitos pretendentes quando era jovem.

Seyiti orgulha-se quando afirma que ainda faz compras, passeia e visita amigos sem precisar de ajuda. Entre seus passatempos estão também contar piadas e cantar algumas músicas de amor, tradicionais na cultura Uigur, à qual pertence. Durante sua vida, ela adotou um casal de filhos e hoje, entre netos e bisnetos, a família já conta com mais 40 membros.

Sua longevidade é motivo de orgulho também para o município de Shule, onde ela vive. O local, que abriga menos de 300 mil habitantes, tem oito pessoas centenárias, e será nomeado, em outubro deste ano, um dos grandes locais de longevidade da China. Até lá, dona Alimihan vai ter que esperar pelo título de mais velha de todas.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ancestral de mamíferos com dentes de sabre é descoberto no Brasil

Animal herbívoro, que viveu há 260 milhões de anos, parece ser mistura de animais diferentes, diz descobridor
O Tiarajudens eccentricus usava seus dentes
de tigre dente de sabre para espantar predadores
Foto Juan Cisneros
Alessandro Greco, especial para o iG

O sobrenome eccentricus já conta boa parte de quem é o Tiarajudens eccentricus, um herbívoro que viveu há 260 milhões do anos no Brasil. Descoberto por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Tiaraju, no interior do Rio Grande do Sul, ele tinha, apesar de comer apenas plantas, um par de dentes de tigre de sabre (um carnívoro ferrenho) do comprimento de lápis de cera, desses para crianças. As presas do eccentricusnão são, no entanto, sua única, digamos, excentricidade. “Ficamos todos muito surpresos [com a descoberta], pois esta nova espécie reúne características muito inesperadas, causando inclusive a impressão de ser uma mistura de animais diferentes. Ele possui dentes incisivos similares aos de um ruminante e dentes molares que no seu conjunto lembram os de uma capivara. Contrastando com esta dentição típica de animal herbívoro, temos a presença de grandes dentes de sabre como os de um felino. Mais ainda, os molares não estão na maxila e sim no palato, algo nunca antes visto num quadrúpede.”, explicou ao iG Juan Carlos Cisneros, da UFPI, que liderou o trabalho.

A descoberta, relatada na edição de hoje do periódico científico Science, também traz uma das primeiras evidências da capacidade dos terapsídeos (grupo de animais do qual o Tiarajudens eccentricus faz parte e que deu origem aos mamíferos) de mastigar de forma eficiente os alimentos. “Isto mostra que algumas características que considerávamos típicas dos mamíferos e de seus ancestrais próximos (os cinodontes), tais como a mastigação, apareceram milhões de anos antes, no final da era Paleozoica.”, explicou Cisneros. A habilidade de mastigar, chamada oclusão dental, permitiu, por exemplo, que o eccentricus processasse plantas com grande quantidade de fibra e pudesse se expandir para novas nichos ecológicos.

O eccentricus também possui a mais antiga presença de dentes de sabre num herbívoro, característica que até então nunca havia sido observada num animal que não fosse um mamífero. “Hoje em dia, os únicos herbívoros com dentes de sabre são cervos que habitam a Asia (o veado-almiscareiro e o veado-d'água), que usam seus dentes de sabre para lutas territoriais entre os machos.”, afirmou Cisneros. O eccentricus, segundo os pesquisadores, talvez usasse os seus para assustar os predadores ou para, como os cervos, garantir seu espaço.

Ciência - Descoberta nova espécie de mamífero

O olinguito, como a espécie é chamada, foi confundida com outro animal por mais de 100 anos
O olinguito era confundido com outra espécie. Os pesquisadores anunciaram nesta quinta-feira que esse animal do tamanho de um guaxinim pertence, na verdade, a uma nova espécie

Pesquisadores norte-americanos anunciaram uma
descoberta de uma rara nova espécie de mamífero.
AP Photo/Mark Gurney

É uma espécie de guaxinim com face de urso,
chamado de olinguito.
Um pesquisador da Smithsonian disse que ele vive nas florestas montanhosas do Equador e Colômbia, onde, à noite, salta através das árvores. Ele se alimenta de frutas e pesa em média um quilo.
A descoberta foi anunciada nesta quinta-feira.
Um desses olinguitos também viveu no Zoológico Nacional em Washington, mas não foi reconhecido pois foi confundido com um animal parecido.


O olinguito é uma espécie de guaxinim com cara de urso.
AP Photo/Mark Gurney
O olinguito está documentado cientificamente como membro da família Procyonidae , onde estão os guaxinins, quatis, juparás e olingos. Ele se alimenta basicamente de frutas, mas pode também comer alguns insetos. É um animal solitário, que vive em árvores e tem hábito noturno. As fêmeas geram um bebê a cada vez.

Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2013-08-15/pesquisadores-descobrem-nova-especie-de-mamifero.html

Cartórios divulgam os nomes mais registrados no ABC Em 2017

Miguel foi o nome mais escolhido pelos pais dos recém-nascidos no ABC em 2017. O nome de origem hebraica está no topo da lista d...